quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Hoje esteve desde cedo, no bar da empresa, uma tarte de frutas a pedir-me por favor para eu a comer.
Fui lá agora outra vez e a sacana ainda lá estava...
Mas lixou-se que eu não a comi!!

(mas ainda estou a pensar nela!!!)

Salto alto

Eu não sou gaja de salto alto. Sou mais "rasteirinha".
Gosto de ver e tudo mais, mas para mim, sandálias, só baixinhas.
Se for bota até uso (nada de coisas de 10cm que quase chego à alampadas!!) mas uma coisa ligeira, sim. Pode ser.
Actualmente andar fashion é andar quase nas nuvens e eu até me escangalho toda a rir quando vejo alguém que, coitadita, mal consegue andar com umas coisas tão altas mas... moda oblige!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O nome do meu tesourinho!


O nome que resolvemos dar à nossa filha está carregado de lembranças e significado para nós.
“Maria” porque tanto a minha mãe como a minha sogra possuem este nome. Contudo nenhuma das duas é tratada por Maria mas sim pelos 2ºs nomes: Isabel a minha mãe, Helena a minha sogra. Eu sou a única que trato a minha mãezita por Maria e adoro. O meu pai quando me queria dar mimo chamava-me carinhosamente de Marieta, que não tem nada a ver com o meu nome. (Como eu tenho saudades! Um dia destes o meu farnel chamou-me assim e eu… não consegui conter as lágrimas. Só o meu pai me chamava assim.) Eu, por vezes, já faço o mesmo com a minha filhota.
“Helena” porque era o 2º nome da minha sogra que, infelizmente, já não conheci porque faleceu muito nova. Sempre ouvi falar que era uma senhora fora de série e que, para ela, a família era tudo. O farnel sempre disse que, se um dia tivesse uma filha, gostaria de lhe chamar Helena em memória da mãe e como ainda não existia ninguém com estes nomes na famelga… Maria Helena ficou.
O engraçado é que desde o 1º dia que soube que estava grávida sempre lhe chamei Maria. Quando disse à minha mãe que estava grávida, num jantar que fiz para ela lá na barraca, ela disse logo: -Vai ser uma Maria!
Lembro-me que, antes de saber o sexo do bebé, já lhe chamava Maria e todos me perguntavam como estava a Maria. A minha amiga R é que me dizia muita vez: - Se for um rapaz, tadito, vai ficar traumatizado!
Quando chegou a hora de escolher os nomes não houve sequer outra hipótese colocada para a menina. Foi unânime. Para menino tínhamos muitos…
Hoje a Maria faz 8 meses de vida e a 1ª coisa que lhe disse foi: “Parabéns Marieta! Amo-te muito.”

terça-feira, 13 de setembro de 2011

US Open - Final


Que grande, grande... mas grande jogo de ténis.
Do melhor que vi até hoje. Grande final. Foram 4 horas muito bem passadas a ver tv. Intensas. Amei.
Fiquei triste com a 1/2 final pois sabia que um dos meus favoritos ia ficar para trás mas depois de ver a final tive a certeza que ganhou o melhor.
Muitos parabéns Nole!!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Este não vou perder... mesmo!

Esta temporada tenho visto poucos jogos mas este não me vai escapar.
Para mim, os dois melhores tenistas da actualidade.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Desde que comecei a trabalhar que tenho tido pouco tempo para fazer certas coisas que fazia e das quais já tenho algumas saudades. De modos que, amanhã e depois, vou fazer gazeta no estaminé e, mesmo com o farnel a bolir, vou apenas fazer o que me apetecer:
- Sinto saudades de estar no jardim deitada sobre uma manta a brincar com a Maria, a olhar o céu, a receber todo aquele miminho que tanto adoro e me enche de energia. Quantas tardes não passámos nós assim! E foi tão bom!
- Quero ir à feira passear e ver as bancas dos ciganos, dos queijos, da fruta e dos legumes. Sentir aquele cheirinho no ar. 
- Quero ir lanchar com a minha mãe e dar-lhe mimos e beijinhos. E receber também, claro! Ficar na esplanada a lamber um gelado...
- Quero ir visitar o meu pai e falar-lhe da neta que ele não conhece mas que é a maior benção da minha vida.
- Quero fazer uns petiscos novos lá em casa e ver se sai alguma coisa comestivel. A maior parte das vezes "a coisa" não corre muito bem à 1ª e o farnel goza muito comigo!!
- Quero aproveitar o sol (espero eu!) para dar uns passeios a pé. Se calhar, dar um saltinho (bem pequeno) à praia.
- E principalmente... não quero ligar o computador ou atender o móbil.

Acho que é quase tudo...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011


Afinal eu estava enganada.
O que eu queria era chegar a casa e ver este sorriso... malandro!
Hoje só me apetece ir para um sitio isolado, sem ninguém para me chatear, sem ninguém para falar. Absolutamente sem ninguém. (Será que existe algum lugar assim?)
Deitar-me no chão, olhar para o céu, sentir o vento... Era tudo o que queria!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Geração à rasca


Recebi este texto hoje de uma amiga e fez-me pensar em tanta coisa...

Dizem que foi escrito por uma jovem de 61 anos:
«Geração à rasca foi a minha. Foi uma geração que viveu num país vazio de gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser diferente ou pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.

Uma Geração de opiniões censuradas a lápis azul. De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de crianças analfabetas. A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.

Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.
Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto, casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras porque sim, pais biológicos, etc.

A mulher era, perante a lei, inferior. A sociedade subjugava-a ao marido, o chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país e que podia, sem permissão, ler-lhe a correspondência.

Os televisores daquele tempo eram a preto e branco, uns autênticos caixotes, em que se colocava um filtro colorido, no sentido de obter melhores imagens, mas apenas se conseguia transformar os locutores em "Zombies" desfocados.

Hoje, existem plasmas, LCD ou Tv com LEDs, que custam uma pipa de massa.

Na rádio ouviam-se apenas 3 estações, a oficial Emissora Nacional, a católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos os Gato Fedorento, só ouvíamos Os Parodiantes de Lisboa, os humoristas da época.

Havia serões para trabalhadores todos os sábados, na Emissora Nacional, agora há o Toni Carreira e o filho que enchem pavilhões quase todos os meses. A Lady Gaga vem cantar a Portugal e o Pavilhão Atlântico fica a abarrotar. Os U2, deram um concerto em Coimbra em 2010, e UM ANO antes os bilhetes esgotaram.

As Docas eram para estivadores, e o Cais do Sodré para marujos. Hoje são para o JET 7, que consome diariamente grandes quantidades de bebidas, e não só...

O Bairro Alto, era para a malta ir às meninas, e para os boémios. Éramos a geração das tascas, do vinho tinto, das casas do fado e das boites de fama duvidosa. Discotecas eram lojas que vendiam discos, como a Valentim de Carvalho, a Vadeca ou a Sasseti.

As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que na nossa juventude enviávamos lá da guerra aos pais, noivas, namoradas, madrinhas de guerra, ou amigos que estavam por cá.

Agora vivem na Internet, da socialização do Facebook, de SMS e E-Mails cheios de "k" e vazios de conteúdo.

As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas em Fiat 600, ou então nas viagens para as antigas colónias para combater o "inimigo".

Quem não se lembra dos celebres Niassa, do Timor, do Quanza, do Índia entre outros, tenebrosos navios em que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza... ...a viagem de ida.

Quer a viagem fosse para Angola, Moçambique ou Guiné, esses eram os nossos cruzeiros.
Ginásios? Só nas coletividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam doentes.

Coca-Cola e Pepsi, eram proibidas, o "Botas", como era conhecido o Salazar, não nos deixava beber esses líquidos. Bebíamos, laranjada, gasosa e pirolito.

Recordo que na minha geração o País, tal como as fotografias, era a preto e branco.
A minha geração sim, viveu à rasca. Quantas vezes o meu almoço era uma peça de fruta (quando havia), e a sopa que davam na escola. E, ao jantar, uma lata de conserva com umas batatas cozidas, dava para 5 pessoas.

Na escola, quando terminei o 7ºano do Liceu, recebi um beijo dos meus pais, o que me agradou imenso, pois não tinham mais nada para me dar. Hoje vão comemorar os fins dos cursos, para fora do país, em grupos organizados, para comemorar, tudo pago pelos paizinhos..

Têm brutos carros, Ipad’s, Iphones, PC’s, …. E tudo em quantidade. Pago pela geração que hoje tem a culpa de tudo!!!
Tiram cursos só para ter diploma. Só querem trabalhar começando por cima.
Afinal qual é a geração à rasca...???»

Faz-te pensar não é?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Isto não me está acontecer! Não! Deve ser sonho!

Então não é que agora o patrão do farnel (ggrrrr!!) diz que já não lhe vai dar os 3 dias da próxima semana!
Acho que vou até ali ao santuário de Fátima tomar um banhito de água benta (benzida uma dúzia de vezes porque só uma não deve chegar!) pra ver se espanto estes azares que insistem em me perseguir...